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| Fonte: AEN | Fotos: AEN | 10 de Julho de 2019

Saúde registra aumento de casos de dengue no Paraná

Serranópolis do Iguaçu é mais um município da região a decretar epidemia da doença

O Boletim Epidemiológico da Secretaria da Saúde do Paraná que monitora a dengue no Estado registra 18.780 casos confirmados da doença, desde agosto do ano passado. São 1.004 casos a mais que a semana anterior, que apontava 17.776 confirmações.

Segundo o Boletim, o número de municípios em epidemia também aumentou, de 81 para 88 nesta situação. As sete cidades que passaram a constar desta relação são Matinhos, Serranópolis do Iguaçu, Cidade do Iguaçu, São Manoel do Paraná, Terra Rica, Nova América da Colina e Sertaneja.

Em sinal de alerta para epidemia são 56 municípios; 4 a mais que na semana anterior. Os municípios são Atalaia, Nova Fátima, Santa Cecília do Pavão e Cambará.

A confirmação de óbitos segue registrando 21 casos no Estado.

CONTROLE VETORIAL - A Diretriz Nacional para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue do Ministério da Saúde define o controle vetorial como ação de responsabilidade coletiva. “É fundamental a participação da população no combate ao mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti”, diz a coordenadora da Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria, Ivana Belmonte. Segundo ela, este apoio se refere, principalmente, à eliminação dos criadouros nos quintais e até dentro das residências.

Pesquisa vetorial feita entre abril e junho deste ano mostra que 329 municípios paranaenses são considerados infestados, ou seja, 82,5% apresentam disseminação e manutenção de vetor nos domicílios.

O Índice de Infestação Predial (IIP) confirma que 77,5% dos imóveis pesquisados apresentaram criadouros e focos do mosquito passíveis de remoção como recipientes plásticos, garrafas, latas, sucatas, entulhos de construção, pneus, vasos de plantas, bebedouros e recipientes para degelo de geladeiras.

O Índice também mostra que 15,77% dos criadouros estão em depósitos ao nível do solo para armazenamento doméstico. O levantamento também detectou criadouros do mosquito transmissor em depósitos de água elevados, plantas, buracos em árvores e em rochas.

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